bcc-data

A evolução do BCC em gráficos

Introdução

Proposta

O Bacharelado em Ciência da Computação do IME-USP foi fundado em 1972. Em seus mais de 40 anos de história e centenas de bacharéis formados, várias mudanças estruturais foram ocorrendo de modo a acomodar o crescimento do curso e a evolução da área. Este site foi criado para ilustrar de forma gráfica e simples um pouco de como se deu esta evolução.

Ele foi desenvolvido como um Trabalho de Conclusão de Curso por Gustavo Silva, da turma de 2015, com supervisão do professor Carlinhos.

Tecnologia

O site foi desenvolvido usando a ferramenta React com Next.js. Para o estilo, foram usados CSS Modules. Ambas são tecnologias open-source que permitem ao código ser bastante modularizado e simples de entender. Não há um back-end fornecendo as informações; elas estão salvas em arquivos YAML, que são bem estruturados e fáceis de entender, na pasta data/. Enquanto isso, as imagens estão na pasta public/. Uma explicação de quais dados são usados no sistema, para qual fim e de onde eles foram retirados está na caixa "Dados" nesta página.

O código está majoritariamente na pasta components/, separado por módulo. A pasta pages/ mantém os arquivos que definem cada página do sistema. Alguns dos dados são lidos e processados em Hooks antes de serem fornecidos para os componentes.

Contribuindo

Este trabalho possui seu código aberto no GitHub, que pode ser acessado pelo link no rodapé do sistema. As tecnologias usadas permitem um fácil entendimento da estrutura do projeto. Contribuições são bem-vindas e ainda há bastante coisa interessante que pode ser adicionada, como fotos antigas ou depoimento de ex-alunos. Além disso, a pesquisa dos ex-alunos no Linkedin pode ser aprimorada ou refeita.

No repositório há um arquivo README contendo informações de como rodar o sistema localmente para desenvolvimento. Para enviar alguma contribuição, basta submeter um Pull Request que, em caso de aprovação, será incorporado ao repositório.

Dados

Os dados coletados se dividem em várias seções:

  • Linha do tempo: Dados gerais da evolução do IME e do BCC desde a fundação até os dias atuais. Esses dados vieram de várias fontes, como atas da congregação dos anos 70 e 80, placas de inauguração e informações fornecidas pelos grupos de extensão.
  • Professores: Informações do corpo docente do DCC (e dos professores que pesquisavam computação no MAP antes de terem seu próprio departamento) retratando os professores e seus cargos a cada ano. Foram usados catálogos de graduação de todos os anos desde 1972 para realizar esse levantamento. Vários ex-professores estão sem fotos - contribuições são bem-vindas.
  • Matérias: Informações de todas as matérias de graduação ministradas pelo MAC para o BCC (excluindo-se assim matérias exclusivas da Poli, por exemplo), incluindo as matérias do tempo do MAP que tinham foco em computação. Elas foram catalogadas entre as 4 atuais trilhas do BCC de modo arbitrário (e talvez não totalmente preciso). Mais uma vez foram usados os catálogos de graduação, eles possuem uma seção listando todas as matérias sob responsabilidade de cada departamento no respectivo ano.
  • Grade: Informações da grade curricular do BCC, discretizada para os anos em que houveram as maiores mudanças. Em alguns momentos essas mudanças se deram ao longo de dois ou três anos, mas foram "compiladas" para um ano só para facilitar a visualização. Os catálogos de graduação foram usados de novo.
  • Formandos por gênero: Dados do número de formandos a cada ano, separados entre homens e mulheres. No gráfico esses dados são exibidos de forma acumulada, mas estão armazenados individualmente por ano. Os dados foram retirados da página de ex-alunos do BCC e podem não estar 100% corretos pela dificuldade em identificar o gênero de algumas pessoas com nomes menos usuais.
  • Ex-alunos: Uma pesquisa da situação atual de pessoas que se formaram no BCC ao longo dos anos. Os formandos foram divididos em três grupos (1974-1988, 1989-2003, 2004-2018) e de cada grupo foram sorteados 30 nomes, que foram pesquisados no LinkedIn de forma manual, de onde extraímos informações de emprego, escolaridade e localização atual. O tamanho pequeno da pesquisa implica em uma imprecisão considerável nos resultados, mas pelo seu caráter manual era o máximo que foi possível fazer.